Profes

Cláudia Braga

Cláudia é Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente pela FAMED-UFRGS, está finalizando a graduação em Musicoterapia pela Faculdades EST. Há 14 anos administra a Casa Elétrica – saúde, educação e cultura onde desenvolve e coordena as propostas de musicalização infantil, projetos multiárea em Artes e Saúde para crianças, adolescentes e adultos e a produção cultural. Graduada em Música pela UFRGS e em Nutrição pelo IPA/IMEC, com especialização em Nutrição Clínica pela UNISINOS, teve ainda formação em Transtornos do Comportamento Alimentar pela FUMM. Participou do Grupo de Pesquisa DOHaD/UFRGS, com Patrícia Silveira. Fez formação em musicalização de bebês e pesquisa com Esther Beyer de 2003 a 2010, quando participou do GEMUS/UFRGS, na Faculdade de Educação e foi bolsista CNPq. Atuou como professora no curso de Extensão Música para Bebês no Instituto de Artes da UFRGS em 2010. No Pitocando, Embalando, Invencionices, Pitocando nas Férias e Férias na Elétrica, Cláudia ministra aulas de e com música, culinária e contação de histórias. É professora de canto para adolescentes e adultos. Ministra oficinas para coletividades e famílias na área de educação e reeducação alimentar. Junto com Nise Franklin, Cláudia desenvolve oficinas de formação para professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educadores Musicais. Ela é produtora cultural dos espetáculos Pitocando e Cirandô, em que participa como cantora, instrumentista e diretora. As produções da sala Teatrinho da Casa e da Trupe são também são suas.

“Estudei música desde pequena, na Fundarte, em Montenegro. E foi lá que a musicalização infantil começou em mim. Aprendi a cirandar pelo piano, flauta doce, violão, a cantar e bailar. O tempo passou. Fiz Nutrição e me especializei em Nutrição Clínica. Cantei no Mandrialis, no Relógios de Frederico, no Maria Vai com as Outras. Nasceu a Carolina. Nasceu a Casa Elétrica. O espetáculo Pitocando e o CD vieram em seguida. Gravei dois CDs com o Marias, enquanto cursava a faculdade de Música. Fiz o mestrado também na UFRGS,  numa grande oportunidade unindo música e saúde. Entre 2016 e 2017 realizei dois sonhos: voltei a cantar – no Cirandô, e montei o Teatrinho da Casa, com luz de cena e tudo. Meus orgulhos? Tudo isso, mas especialmente a Carolina!”

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